sexta-feira, 2 de outubro de 2009

mapinhas







segunda-feira, 28 de setembro de 2009

me arriscando na pintura.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

nuvem de café

pra Bá.

xícaras




raio-x


terça-feira, 8 de setembro de 2009

lorena


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Baíta.




a xerogravura do desenho.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

poisé, não morri, mas também não estou viva. :)
calcogravura ponta seca.
oficina que fiz com a artista Lu Pires. foi ótimo.
agora é ver se o animo persiste nos próximos dias.

sexta-feira, 20 de março de 2009

lorena e o pavão


sexta-feira, 13 de março de 2009

um fantasminha um violão




mãe criança.


sexta-feira, 6 de março de 2009

sem pretenções;







segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

domingo, 18 de janeiro de 2009

domingo, 14 de dezembro de 2008

bic








doisdejunhode



quando eu nasci, eu tinha os olhos rasgados e o cabelo preto e beeeem liso, minha mãe disse que eu parecia uma boliviana. já meu tio achou que eu tinha síndrome de down. bom, mas o que interessa é que meus belos cabelos negros nem duraram uma semana. uma enfermeira de certo me achou com cara de três anos e não dois dias de vida e me deu uma mamadeira pra eu calar a boca. ok, infecção hospitalar, encubadora, e zero na minha cabeça. nem sei quanto tempo fiquei presa nequele treco, só sei que a minha mãe, tadinha, tinha que ir todo o dia no hospital me amamentar. toda cheia de pontos. e fazia muito frio. muito. na época em que junho ainda tinha frio. bons tempos. e não gosto de enfermeiras. não mesmo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

mini xilos com paisagens


fiz mini xilos das xilos grandes. rs

pedaço do zine


fragmentos do creme de ervilha #1
xerogravura+nanquim+fita adesiva.

sábado, 6 de dezembro de 2008

creme de ervilha #1

o zine está acontecendo.
por enquanto está nú, só a capinha e o adesivo. mas está indo, eu estou fazendo!!! isso é um grande progresso! faz tempo que estou enrolando de fazer um zine só meu.... mas esse sai. :)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

sticker


iniciei o zine hoje, por enquanto só os stickers estão prontos, usei esses desenhos e tranferi para um adesivo colorido. :)
em breve o zine Creme de Ervilha #1!!!
em um lugar desconhecido perto de você.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

ornitorrincos


um dos cartazes pro último show dos Ornitorrincos.

franja curta


aproveitando o assunto cabelo, minha irmã cortou a minha franja tão curta e torta uma vez, que tive que usar gel com a franja pra trás até ela crescer de novo.
mas essa aqui não está com a franja torta porque ela não tem irmã.


sábado, 29 de novembro de 2008

tiara vermelha




quando eu era pequena, eu achava que só era por uma tiara no cabelo que eu estava pronta pra sair.
pentear o cabelo? pra que? a tiara resolve tudo na vida de uma pessoa de 8 anos.
por causa disso, o meu cabelo se tornava um nó só.
certa vez, minha mãe aproveitou que eu estava no telefone com meu coleguinha e aproveitou para vir com aquela escova apavorante e começou a se aproveitar da minha situação de não poder gritar.
é uma das poucas lembranças que tenho dos meus 8 anos.
ok, eu poderia lembrar mais coisas, afinal 8 anos já se tem mais cérebro pra pensar e guardar coisas.
mas eu nem me lembro o que eu fiz ontem, então isso é um fato muito importante na minha vida.

ps.: tiara pode ser arco também, como queira.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

mãe mãe mãe




feitos sem pensar, em poucos segundos, muitos, muitos...
olhando os últimos dias da minha mãe.
não é fácil, pequeno esquilo.

frutinhas vermelhas


mais uma possível casa pro Hunter morar.

meu ovo


quando esse ovo quebrou, eu nasci.

domingo, 23 de novembro de 2008

hugo edgar, luize



eu pequena bonita e feliz.
nessa época eu ainda achava que meu pai era uma pessoa.

sábado, 22 de novembro de 2008

dica do ourives


felipe ourives diz:
vamos pegar um trem
felipe ourives diz:
sair por ai
felipe ourives diz:
escutando essa música
felipe ourives diz:
haeuheauhaeu
felipe ourives diz:
*:

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

casa de calcogravura

o jorge salvou o meu trabalho com esse texto bonito. :) obrigada.




A concha é um orgão rígido, muitas vezes externo, característico dos moluscos. Ela é feita de nácar, substância secretada por células ectodérmicas destes animais.
Quando um molusco é invadido por um parasita ou outro objeto estranho que o animal não pode expulsar, entra em ação um processo conhecido como enquistação, por meio do qual a entidade ofensiva é envolta, de forma progressiva, em camadas concêntricas de nácar. Com o tempo formam-se pérolas.
Ninhos são estruturas de complexidade muito variável, podendo ser suspensos, presos no chão, ou até flutuar.
Os ninhos dos colibris são pouco maiores que um dedal. Na África, o Anthoscopus minutos constrói ninhos dotados de uma câmara falsa. Assim, as cobras entram no ninho e saem desapontadas, sem saber que o seu objetivo está escondido pela fina parede dessa antecâmara.
Luize Cornelius nos apresenta uma delicada casa de papel. Pouco que seja, as dobras dessa caixa já insinuam uma morada: a arquitetura do abrigo de Luize fornece os mínimos sinais convencionados para assim ser vista.
Mas Luize acrescentou à dobradura do papel outra camada de sentido, uma pele de riscos ocasionais ou desenhados: marcas da calcogravura. A segurança do traço que desenha janelas e telhas nesse ninho improvável não esconde sua fragilidade, deixando ver nas paredes as manchas do metal.
Não há entrada fácil no discurso dessa casa, que, por sinal, não possui porta. Telhas, muitas e mesmas, janelas de dimensões variadas, mas nada de entradas, e poucas aberturas: apenas nas suas dobras pequenos cortes evidenciam o conteúdo: algodão perfumado. Perguntei à artistam e ela me informou que os chumaços de algodão foram embebidos em óleo de lavanda.
Flores de lavanda, secas e embaladas em pequenos saquinhos de tecido de algodão, são postas entre as roupas do armário para dar-lhes uma fragrância fresca e agradável, além de repelir insetos e parasitas. Assim, pelas frestas da casa Luize faz perceber o sinal de um conforto, um pequeno agrado.
Não me pergunto a quem, nesse abrigo inacessível, a atenção de Luize conforta. Quero apenas indicar seu carinho em zelar pelo conforto de quem já não se deixa ver.
Carícia roçando o invisível, a casa de Luize é questão de fé. Credo quia absurdum no aconchego de uma casa que não nos é dado acessar.
A casa tem a medida dos sonhos: perto o bastante para ver, ainda assim inalcançável. Deslocado, o objeto desiste de ser casa e passa a ser memória de casa. Nos viramos para ver o ocupante dessa casa sair talvez pela janela, mas ele já se foi. Restam apenas sinais desse corpo sem rosto, uma soma de encantos, marcas, um cheiro.
Na difícil métrica dessa casa ideal, Luize – aliás uma moça bastante alta – duplica a infância. Olhando sua casa – ninho ou concha – penso uma curiosa menina de oito anos querendo descobrir o que há na gaveta mais alta do armário da mãe. A menina que suponho consegue puxá-la, e mesmo gaveta sendo alta demais pra se ver o que tem dentro, ela sente dançar no ar um cheiro de lavanda.

oi animais.


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

creme de ervilha




foi ele que me contou que não vivia sem creme de ervilha e radiohead.

beija meu dente


pro vitor.

scanner




criança que nunca brincou com scanner.

minor at <3


minha ovelha TRUE scaneada.
podem ter a preta, mas com suéter colorido; só eu. :)

sábado, 15 de novembro de 2008



xilo

xilo

foi muito difícil não permitir que essas "sujeirinhas" aparecessem, a tinta era muito clara e a limpeza da oficina não estava lá essas coisas. qualquer poeira que caísse sobre elas iam aparecer na hora da impressão. :(

xilo

eles escutam radiohead.

xilo
xilo

sexta-feira, 14 de novembro de 2008



matriz xilo

matriz xilo;

e estudo de um bigode.

xilos



primeira vez que me disponho a fazer um blog, espero realmente que funcione.
não tenho paciência para essas coisas, enfim.

essas 9 xilos foram feitas em 2 aulas, normalmente não trabalho tanto assim, mas quando tenho que cumprir com um prazo funciono melhor.
é a pressão!! eee laia!